Números das últimas pesquisas deveriam preocupar aqueles obnubilados que procuram transformar o pernambucano João Roma em um candidato com carisma, capacidade e empenho.
Elevado ao patamar de “conservador” da noite para o dia, Roma não consegue melhorar a sua imagem perante o eleitor baianos. Se levamos em consideração que o share do presidente da República no Estado está entre 15% e 20%, os 4% do pernambucano “conservador” aponta duas hipótese: ou o bolsonarismo não sabe quem é o ministro, mesmo passeando pelo estado com colete e crachá, ou a militância de direita não acredita no que prega.
Desprezado por apoiadores e eleitores, Roma pena em sequer se reeleger deputado federal.
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