No dia 6 de setembro, data do atentado contra o candidato Jair Messias Bolsonaro, consta nos registros de entrada da Polícia Legislativa o nome do marginal confesso Adélio Bispo de Oliveira. O Diretor da Polícia Legislativa Paul Pierre Deeter apontou que registros podem ter sido forjados, indicando que o atentado contra Jair Messias Bolsonaro se enquadra num planejamento maior, envolvendo várias pessoas, com um único interesse: o (covarde) assassinato do candidato de direita.
Alguém infiltrado dentro da Polícia Legislativa teve acesso aos registros de entrada com o objetivo de forjar um álibi em favor do marginal para, no caso do Adélio conseguir fugir depois do atentado, não ser identificado pelas autoridades. Na segunda hipótese, caso os registros tenham sido forjados posteriormente, estamos diante de uma clara tentativa de obstrução da Justiça.
É inaceitável que a Câmara dos Deputados não se manifeste de forma concreta contra tamanho absurdo. Estamos diante de um atentado gravíssimo.
O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), avalia a possibilidade de compor…
As pesquisas mais recentes sobre a avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da…
Ex-dirigentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) avançaram em acordos de delação premiada que…
Dois aliados do senador Angelo Coronel (PSD) devem deixar seus cargos no Governo da Bahia…
A participante Maxiane foi eliminada do BBB 26 nesta quarta-feira (25), com um dos paredões…
Duas turistas gaúchas foram baleadas na manhã desta terça-feira (24) nas proximidades da Praia da…
This website uses cookies.