Gilvan de Souza / Flamengo
A estreia do Flamengo na Copa Intercontinental promete um clima completamente diferente do que o torcedor viveu em 2019. Se antes o “Carnaval de Lima” marcou o título da Libertadores, agora o que domina Doha é a expectativa silenciosa por uma campanha segura, sem sustos e sem festa antecipada. O rival da vez é o Cruz Azul, tradicional clube mexicano que chega pressionado e desfalcado: a imprensa local revelou que um dos principais nomes do elenco está fora por lesão, tratado como “adeus à Copa” pelos jornais.
O time, que já foi seis vezes campeão da Concacaf e tem mais de 90 anos de história, encara o Flamengo no pior momento possível, ainda tentando reorganizar a equipe após uma temporada irregular e longe do protagonismo continental.
Enquanto isso, o Flamengo desembarcou no Oriente Médio com a missão de evitar o trauma recente das competições internacionais e repetir a performance dominante de 2022, quando venceu oito dos últimos dez jogos internacionais disputados.
A partida contra o Cruz Azul se tornou um termômetro importante para medir o impacto das decisões de treinador, já que o clube mexicano costuma crescer em mata-matas e tem média de 1,7 gol por jogo em torneios da Fifa.
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