Jung Yeon-je / AFP
A Coreia do Norte voltou a elevar a tensão global ao disparar mísseis balísticos para o mar e, ao mesmo tempo, condenar publicamente os “ataques dos EUA à Venezuela”. O lançamento ocorreu às vésperas de uma agenda diplomática sensível na península coreana e foi confirmado por Seul, que classificou o projétil como “não identificado”.
Dados oficiais sul-coreanos indicam que o regime de Kim Jong-un já realizou mais de 90 testes de mísseis desde 2022, incluindo modelos intercontinentais capazes de alcançar território americano, em clara violação a resoluções do Conselho de Segurança da ONU.
Ao reagir contra Washington, Pyongyang se alinhou ao discurso de regimes autoritários e usou a crise na Venezuela como pretexto político, reforçando um eixo de confronto que inclui Caracas e Havana. Analistas militares apontam que o recado é duplo: pressão regional sobre a Coreia do Sul e sinalização ideológica contra os Estados Unidos.
Para Seul e aliados, o episódio confirma que o regime norte-coreano usa testes balísticos como ferramenta de chantagem internacional, enquanto a ONU estima que mais de 40% da população do país enfrenta insegurança alimentar severa… contraste brutal entre armas e miséria.
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