Dados da Banfield Pet Hospital, dos Estados Unidos, mostram que nos últimos 10 anos houve um aumento de 108% no número de cães diagnosticados com obesidade. No caso dos gatos, o registro foi de 114%. Os números chamam a atenção, principalmente, pela recorrência e aumento dos casos.
Entre as razões que provocam a obesidade no animal de estimação, estão o sedentarismo, diabetes, má alimentação, castração, problemas hormonais, respiratórios e nas articulações, além de vários outros fatores. Por essa razão, a presença do médico veterinário na investigação do caso é a melhor recomendação e maneira de cuidar do pet.
“O diagnóstico ocorre após uma série de análises, como escore corporal, histórico do animal, exames clínicos e quantidade e qualidade de ração administrada diariamente. Dessa forma, fazemos a diferenciação e escolha do melhor tratamento a ser utilizado, de preferência com um veterinário endocrinologista para avaliação e adoção de medidas necessárias de estabilização e redução do problema”, explica o médico veterinário da Mundo Pet, doutor Vladimir Lenin Freitas.
Para cuidar do pet obeso rações e suplementos especiais ajudam na perda de peso e a gastar gordura acumulada. “Caso seja diagnosticado distúrbios hormonais, torna-se necessária a reposição”, pontua doutor Vladimir, que completa: “mas se o tratamento estiver focando na alimentação, oriento a compra de rações terapêuticas e de suplementos que contenham L-Carnitina e DL- Metionina”.
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