Ricardo Stuckert
Se a Black Friday já foi o momento de economizar, para muitos brasileiros virou o retrato do aumento do custo de vida. Desde que Lula assumiu o governo e Jerônimo Rodrigues manteve o PT no comando da Bahia, o cenário econômico só piorou.
A picanha, símbolo da campanha, ficou 43% mais cara. O café, essencial no dia a dia, subiu 25%. O DPVAT voltou a ser cobrado, atingindo diretamente quem depende de veículos para trabalhar, como taxistas, motoristas de aplicativo e entregadores.
Na Bahia, os tributos continuam altos, enquanto o estado segue liderando índices de violência, consolidando sua posição como o mais perigoso do país.
No cenário nacional, as compras internacionais agora enfrentam tributações de até 92%, tornando inviáveis os itens que antes eram acessíveis. Passagens aéreas triplicaram de preço, gasolina ultrapassou os R$ 6, e o dólar disparou, comprometendo o orçamento de quem investe e consome.
Enquanto isso, o discurso do governo parece distante da realidade de quem trabalha, paga impostos e tenta sobreviver em meio ao aumento generalizado dos preços.
A pergunta que fica é: até quando continuar acreditando no modelo empobrecedor petista?
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