Reprodução Facebook
Ronnie Lessa, o ex-policial envolvido no assassinato de Marielle Franco, quebrou o silêncio em uma delação premiada, trazendo à luz detalhes perturbadores sobre o crime. Em gravações realizadas no presídio de Campo Grande, Lessa descreveu um encontro decisivo com os mandantes do crime, detalhando como foi contratado para executar a vereadora. Essa conversa, repleta de promessas e planos sinistros, culminou no atentado que chocou o Brasil.
Após o crime, a pressão da opinião pública e o medo de ser descoberto levaram Lessa a novos encontros com os mandantes, onde foi assegurado que a investigação não os atingiria, indicando uma possível manipulação nos bastidores da justiça.
A delação de Lessa, agora homologada pelo STF, revelou a existência de um grupo político poderoso no Rio de Janeiro, apontando para conexões e motivações ocultas por trás do assassinato de Marielle. Essas informações estão sendo minuciosamente analisadas pela força-tarefa de investigação, abrindo novos caminhos para finalmente atribuir responsabilidades e desvendar os mandantes do crime. A colaboração de Lessa, marcada por revelações e confirmações em videoconferência, torna-se um marco crucial na busca por justiça, prometendo impactar profundamente o cenário político e criminal do Rio.
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