Reprodução Instagram
Jerônimo Rodrigues tenta empurrar para os baianos uma “ponte provisória” que, na prática, é apenas uma passarela para levar trabalhadores e equipamentos até o canteiro da prometida Ponte Salvador-Itaparica. Desde 2009, a obra é usada como bandeira de todos os governos petistas, mas segue no papel.
Ao anunciar a passarela como se fosse ponte, o governador cria uma ilusão conveniente: quando a população enxergar a estrutura no mar, pode acreditar que, enfim, a obra saiu.
Mas a verdade é que continua sendo promessa reciclada.
Para piorar, Jerônimo encaminhou à Assembleia Legislativa a criação da Secretaria Especial da Ponte, com 33 cargos e custo anual estimado em R$ 5 milhões. Enquanto a ponte real nunca aparece, a “boquinha” já é garantida para aliados.
Nos bastidores, até deputados da própria base ironizam: a passarela pode até ser erguida, mas a ponte seguirá como o símbolo do engodo petista. E Jerônimo, já chamado por muitos de pior governador da história da Bahia, segue tentando vender o trailer como se fosse o filme.
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