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A tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela voltou a crescer depois que Donald Trump confirmou o envio do maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, para o Caribe. Segundo fontes citadas pela rede Fox News, o presidente americano avalia “ataques pontuais a instalações e rotas ligadas ao tráfico de cocaína” controladas por aliados do regime de Nicolás Maduro.
A movimentação militar é vista como uma resposta direta ao aumento do envio de drogas da América do Sul para a Flórida, além de um recado político ao ditador venezuelano, que acusou Washington de “inventar uma guerra para roubar o petróleo”.
Trump, que busca retomar a Casa Branca, teria ordenado o reforço da presença naval na região para “proteger os interesses dos EUA e acabar com o tráfico patrocinado por regimes socialistas”. Enquanto isso, Maduro tenta transformar o conflito em discurso interno, acusando o republicano de querer “recolonizar a América Latina”.
Analistas lembram que 70% da cocaína que chega aos EUA passa por rotas sob influência venezuelana e colombiana, e que o país vizinho já foi denunciado diversas vezes pela ONU e pelo DEA por colaboração direta de militares com cartéis.
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