O ex-presidente Donald Trump foi claro ao mandar um recado direto para o governo Lula: “O prazo de 1º de agosto é o prazo de 1º de agosto”. A declaração veio após os EUA anunciarem a retomada de tarifas sobre aço e alumínio do Brasil, atingindo em cheio setores estratégicos da nossa economia. A resposta do governo petista foi enviar Fernando Haddad para uma “conversa” com o secretário do Tesouro dos EUA, numa tentativa desesperada de evitar o tarifaço que entra em vigor nesta quinta-feira.
Segundo o Departamento de Comércio americano, a medida é uma reação à “concorrência desleal” e à falta de reciprocidade nas relações comerciais.
O Brasil exportou, só em 2023, mais de US$ 2,7 bilhões em aço para os EUA. Com as novas taxas, o impacto direto pode ser de até 25% no custo final para o consumidor americano, tornando o produto brasileiro menos competitivo. O problema, no entanto, não é só econômico: o aviso de Trump foi político. Ele deu o prazo, e o governo brasileiro, liderado por Lula e Haddad, simplesmente fez cara de paisagem.
O resultado é mais um capítulo da submissão petista aos interesses externos, enquanto o setor produtivo nacional paga a conta.
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