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A tarifa de 50% imposta por Donald Trump contra as exportações brasileiras atinge em cheio o Brasil do descondenado Lula. A medida, sem precedentes recentes no comércio bilateral, atinge um parceiro que só em 2024 vendeu US$ 39 bilhões para os EUA… em sua maioria soja, carne, minérios e aviões.
Agora, com essa pancada, o Brasil pode perder até metade dessas exportações.
O impacto é direto no bolso: previsão de queda entre 0,4% e 0,7% no PIB já no primeiro ano, demissões em massa no agronegócio e na indústria, e risco de fechamento de fábricas. O dólar, com menos entrada de divisas, já ameaça romper os R$ 6,50, e a inflação pode se agravar.
O BC tende a subir ainda mais a Selic, travando consumo e investimentos.
Pior: o estrago é também político e diplomático. Trump ligou a tarifa ao julgamento de Bolsonaro, o que transforma a punição comercial numa retaliação geopolítica. Se o Brasil continuar errando o tom na resposta, pode sofrer novas sanções, como bloqueio de ativos e restrições tecnológicas.
É uma bomba-relógio econômica e política, com potencial de empurrar o país para um ciclo vicioso de recessão, inflação e desemprego.
Enquanto México e Paraguai avançam com acordos, o Brasil do PT caminha para o isolamento.
O Brasil do extremista Lula já está economicamente com uma perna na cova.
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