Jonas Pereira / Agência Senado
O governo dos Estados Unidos retirou o ministro do STF, Alexandre de Moraes, e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, da lista de indivíduos sancionados com base na Lei Magnitsky, que prevê punições a autoridades acusadas de violações de direitos humanos e corrupção. A retirada gerou forte repercussão política no Brasil. Aliados de Moraes trataram a decisão como um gesto diplomático, enquanto parlamentares e lideranças da direita reagiram com críticas e desconfiança.
O deputado Eduardo Bolsonaro afirmou ter recebido a notícia “com pesar”, destacando que a exclusão não apaga denúncias e críticas internacionais ao ministro.
A Lei Magnitsky já foi usada pelos EUA contra autoridades de diversos países e segue como instrumento sensível no debate sobre liberdade, democracia e abusos de poder.
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