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O candidato a governador da Bahia ACM Neto (União Brasil) participou, nesta quarta-feira (16), de uma caminhada pelo bairro do Engenho Velho de Brotas, em Salvador, que reuniu os candidatos ao Senado João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos), o prefeito Bruno Reis (União Brasil), a vice-prefeita Ana Paula Matos, vereadores e diversas lideranças locais.
Pelas ruas do bairro, Neto foi acompanhado por uma multidão, em uma mobilização marcada por manifestações em favor da mudança na Bahia. Durante entrevista à imprensa, o candidato apresentou propostas voltadas à infraestrutura e à educação, com foco na ampliação de oportunidades e em tornar a rede pública de ensino mais atrativa aos estudantes.
“Vamos trabalhar na qualidade do ensino. Não adianta só a gente ter escola, o aluno precisa aprender de verdade. Vamos firmar parceria com os municípios para ampliar pré-escola, alfabetizar os alunos aos seis e sete anos de idade”, iniciou Neto.
“Depois, vamos tornar o ensino médio da Bahia mais atrativo, levando tecnologia, qualificação profissional, e o Provão Bahia: o aluno do primeiro, segundo e terceiro ano do ensino médio vai ter uma quantidade reservada de vagas na universidade pública do estado. Isso vai tornar a escola pública estadual mais atrativa. O aluno vai poder realizar o seu sonho de ter o diploma de um curso superior”, emendou.
Estradas e abastecimento de água – Neto reiterou ainda o compromisso de ter uma gestão voltada ao interior do estado, especialmente para melhorar a infraestrutura das estradas. “É fundamental a gente melhorar a condição das estradas, sejam as estradas estaduais, sejam as federais BR-324, a duplicação da BR-101 e da BR-116. Melhorar a condição das rodovias estaduais e das estradas vicinais que ligam ao interior de cada cidade. Isso significa mais mobilidade, significa mais segurança para as pessoas que usam essas rodovias”, afirmou.
O candidato também defendeu a ampliação da infraestrutura para o homem e a mulher que vivem no campo, especialmente com a garantia de abastecimento de água e melhores condições para o escoamento da produção.
“Integrar as regiões, olhar a produção, tem muitos lugares que são importantes produtores, mas que faltam estradas para escoar a produção. O homem do campo, que vive na área rural, precisa de água e de infraestrutura, onde entra fundamentalmente a questão das estradas”, declarou.
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