“Orlando Gomes é atemporal. Foi um homem que enxergou muito além do seu tempo. Nas suas obras está a marca de um visionário que tinha como preocupação maior a felicidade do ser humano. Por isso, não mediu esforços para implantar direitos revolucionários, como os dos filhos fora do casamento, por exemplo”, disse Brito.
Para Edvaldo Brito, “cultuar a memória de Orlando Gomes é mostrar às novas gerações a vida e o pensamento de um dos mais ilustres filhos da Bahia e do Brasil”. Originalmente lançado em 1961, o livro traz conceitos atuais, que regem a vida dos brasileiros. Entre outros feitos, Orlando Gomes foi o autor do nosso Código Civil, promulgado há 20 anos.
O atual presidente da Fundação, Márcio Gomes, filho do jurista, também participou da tarde de autógrafos com advogados, estudantes e personalidades. Entre eles, o deputado federal Antonio Brito (PSD), filho de Edvaldo, o reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), João Carlos Salles, e a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – seção Bahia, Daniela Borges.
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