A morte de Divaldo Franco, aos 98 anos, provocou uma onda de comoção e homenagens em Salvador. Ex-prefeito da capital e principal nome da oposição na Bahia, ACM Neto lembrou o papel decisivo do médium na construção da Mansão do Caminho, que acolheu milhares de crianças em situação de vulnerabilidade.
“Seu legado vai muito além da religião, é um exemplo de compaixão e serviço à humanidade”, declarou Neto.
Já o prefeito Bruno Reis destacou a “lacuna irreparável” deixada por Divaldo e afirmou que “sua luz continuará nos inspirando”.
A vice-prefeita Ana Paula Matos, que mantinha relação próxima com Divaldo, o chamou carinhosamente de “Tio Di” e relembrou momentos de amizade e fé. Em nota, ela exaltou o compromisso do médium com a caridade e a transformação social, afirmando que “ele falou com palavras, energia, amor e obras”.
A Mansão do Caminho, fundada por Divaldo em 1952, atende diariamente mais de 5 mil pessoas e é referência em educação, saúde e assistência no bairro de Pau da Lima. Divaldo Franco morreu, mas seu legado segue vivo em cada criança acolhida, cada livro escrito e cada palavra proferida.
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