Quase 20 dias após a passagem do furacão Matthew, as comunidades do sudoeste do Haiti – uma das regiões mais afetadas – começam a dar os primeiros sinais de recuperação. Mas a situação ainda é tensa e os comboios de mantimentos precisam de escolta armada em todo o sul do país, segundo afirmou o coronel Sebastião Roberto de Oliveira, comandante do batalhão brasileiro da ONU no Haiti.
O furacão Matthew matou cerca de mil pessoas e afetou 1,4 milhão. Centenas de milhares de haitianos perderam suas casas e suas plantações. Agora, as autoridades trabalham para tentar evitar uma epidemia de cólera. Após o terremoto de 2010, a doença trazida supostamente por militares da ONU originários da Ásia deixou mais de 9 mil mortos. (BBC)
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