Reprodução Youtube
Durante uma reunião de governadores em Brasília com o presidente Lula, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, defendeu um pacto federativo para enfrentar o crime organizado e fortalecer a segurança pública no Brasil. Ao lado de outros líderes estaduais, Jerônimo destacou a importância de uma ação coordenada e integrada entre os entes federativos para lidar com o aumento da violência, propondo que o tema seja tratado em um conselho nacional, com um ambiente permanente para avaliação das ações.
Segundo o petista, “a conta sempre chega na mesa dos governadores”, e é preciso compartilhar essa liderança com o governo federal para atingir resultados mais eficazes.
Jerônimo reforçou que, embora seu desejo fosse ver a segurança pública pautada por outros aspectos sociais, a realidade tem exigido o uso intenso das forças policiais.
“Nossa expectativa era que a segurança pública fosse tratada com a polícia como última instância, cercando o tema por outros aspectos sociais”, afirmou. Para ele, a abordagem da segurança pública deveria ser mais ampla, incluindo áreas como educação, cultura, geração de empregos e combate à fome, o que permitiria, segundo ele, “evitar que o cidadão caia na criminalidade”.
O governador ressaltou os esforços feitos na Bahia, com o programa “Bahia pela Paz” como exemplo de uma abordagem mais integrada e de longo prazo. No entanto, ele reconheceu que o cenário atual ainda demanda uma ação imediata.
“O status que nós vivemos é da necessidade da força policial. O sentimento é de que estamos enxugando gelo. A gente faz concurso, compra armas, capacita policiais, constrói estruturas, mas os resultados às vezes são menores do que esperávamos.”
Para enfrentar esses desafios, Jerônimo pediu ao governo federal uma participação mais ativa na condução de Propostas de Emenda à Constituição (PECs) voltadas para a segurança pública. Ele também defendeu uma legislação mais rigorosa para crimes violentos e mais facilidade para a compra de armamentos e dispositivos. Em sua fala, reforçou que o tema da segurança não deve ser politizado: “Esse é um tema de Estado e da população brasileira para criarmos um ambiente de segurança”, finalizou.
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