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Governador eleito pelo Partido dos Trabalhadores junto a um conluio de políticos, militantes e jornalistas de exterma-esquerda, Jerônimo Rodrigues mostrou todo o seu desrespeito à Igreja Católica juntando no Altar-mor da Basílica Santuário Nosso Senhor do Bonfim um grupo de comunistas, socialistas e representantes de movimentos que invadem fazendas produtivas e propriedades na zona rural.
Se dizendo um “bom cristão que pede e agradece pedindo mais”, Jerônimo permitiu que um seus novos aliados que até os 48 do segundo tempo fez juras de amor ao candidato de oposição, tal de Joceval Rodrigues, transforme a Igreja Católica em um puxadinho do que há de mais radical na extrema-esquerda baiana.
Não adianta pedir pela paz e união no Estado em que metade da população não aceita mais pautas e inoperância petista.
Ou o Jerônimo veste as calças e vira homem ou o baiano mais pobre irá sofrer 48 meses de violência nas ruas, filas e filas de regulação, desemprego em massa e a pior educação que um Estado pode oferecer às crianças e adolescentes mais humildes da Bahia.
Caso o governador eleito continue sendo assessorado por elementos abjetos, de passado (recente) obscuro e comunistas serão mais quatro anos em que o eleitor irá sofrer como nunca.
Que a Padroeira do Estado da Bahia, Nossa Senhora da Conceição da Praia, proteja o nosso estado de mais um governo petista.
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