O debate sobre os novos empréstimos (bilionários) do governo da Bahia subiu de temperatura na Assembleia depois que Jerônimo Rodrigues voltou a atacar a oposição, acusando “um grupo que não quer ver a Bahia desenvolver”.
A reação veio na hora: deputados lembraram que, em quase três anos de mandato, Jerônimo não entregou uma única obra estruturante e já soma mais de R$ 4 bilhões em operações de crédito aprovadas, segundo dados da própria AL-BA. Para a oposição, Jerônimo Rodrigues tenta empurrar a conta para o povo enquanto o estado amarga recordes históricos de violência e a pior avaliação de um chefe do Executivo baiano em décadas.
Adolpho Loyola, ainda tentou jogar a responsabilidade na oposição dizendo que “não vamos travar a Bahia por causa de calundu de quem vai perder eleição”, mas a fala pegou mal.
O verdadeiro “calundu” é do próprio governo, nervoso com a perda de apoio popular e com a possibilidade real de derrota do PT em 2026.
Nos bastidores, o clima é de desgaste: o governo tenta aprovar mais dívidas enquanto a Bahia segue sem entregas, atolada em violência e numa crise de gestão que aprofunda os 20 anos de decadência petista.
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