Reprodução Instagram
O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), criticou duramente o Ministério Público e o Judiciário por supostamente terem facilitado a liberdade de envolvidos no escândalo dos 300 respiradores que nunca foram entregues ao governo da Bahia durante a pandemia. Durante evento promovido pela BYD, Rui questionou: “Eu um dia quero ver transparente o motivo que fez com que o Ministério Público tivesse pedido para soltar os ladrões, e a juíza resolveu soltar os ladrões”.
O caso, que envolveu um pagamento de R$ 48 milhões pelo Consórcio Nordeste, inclui acusações graves reveladas na delação de Cristiana Taddeo, da Hempcare, que afirmou ter pago R$ 11 milhões em comissões a intermediários ligados ao então governador e à primeira-dama da Bahia, Aline Peixoto.
Taddeo alegou que Cleber Isaac, identificado como amigo do casal Rui Costa e Aline, intermediou o contato para a venda dos equipamentos, que nunca chegaram ao estado. Rui Costa também comparou o episódio ao roubo de carga de caminhão, afirmando que “alguns estavam tentando salvar vidas, enquanto outros roubavam de quem estava salvando vidas”.
Aline Peixoto, que na época era funcionária da Secretaria de Saúde, foi nomeada conselheira vitalícia do Tribunal de Contas dos Municípios em 2023, decisão que também gerou críticas.
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