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A formação de uma chapa com Jerônimo Rodrigues, Rui Costa e Jaques Wagner para as eleições de 2026, vista como certa pelos aliados do Palácio de Ondina, já enfrenta resistência dentro do próprio bloco governista. Aliados admitem que, embora a vitória pareça garantida, o desempenho pode ficar abaixo do esperado. Não há como um transferir votos de um para o outros: a repetição de nomes desgastados como Wagner e Rui, aliados ao desempenho pífio de Jerônimo, dificilmente empolgará o eleitorado.
Enquanto isso, na oposição, o clima é de confiança.
Para agentes políticos opositores, essa chapa seria o cenário ideal para uma vitória histórica, com ACM Neto despontando como principal nome para encerrar 20 anos de hegemonia petista na Bahia.
O governo de Jerônimo, que começou com o peso de ser um completo desconhecido, agora carrega a rejeição de ser considerado o pior governador da história do estado.
A população baiana já percebe que a gestão do PT, ao longo de duas décadas, levou a Bahia a liderar rankings vergonhosos, como o de estado mais violento do país. A segurança pública, um dos maiores fracassos de Jerônimo, deve ser a pauta central para 2026, ampliando o desgaste do governo petista.
A crise no setor, somada à queda na popularidade de Lula, pode ser o golpe final na “petezada baiana”, que há muito perdeu a capacidade de convencer o eleitorado.
Na oposição, ACM Neto ressurge fortalecido, carregando a experiência de oito anos como prefeito de Salvador, período em que foi considerado o melhor gestor do Brasil.
Após a vitória histórica de Bruno Reis em 2024, que humilhou Geraldo Júnior, vice-governador e candidato petista à prefeitura, Neto aparece como o principal nome para enfrentar e derrotar Jerônimo. O cenário se desenha como favorável, já que o atual governador não é mais desconhecido: ele é amplamente reconhecido, mas por sua incompetência.
Para os baianos, o governo de Jerônimo representa o auge do descaso e da falta de resultados, o que deixa a oposição com boas chances de virar o jogo em 2026.
Com o desgaste de Lula em âmbito nacional e a fadiga dos nomes petistas na Bahia, o caminho para a oposição parece claro. O PT, que sempre confiou na transferência de votos de seus líderes históricos, enfrenta agora um eleitorado mais crítico e cansado de promessas vazias.
A Bahia vive uma oportunidade única de mudança, e ACM Neto surge como o candidato ideal para colocar fim ao ciclo desastroso de gestões petistas que deixaram o estado atolado em problemas e sem perspectiva de crescimento.
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