A escalada da violência na Bahia, governada pelo PT, tornou-se uma ameaça direta à vida de ACM Neto. O episódio mais recente foi a bala perdida que atingiu o elevador social do prédio na Avenida Garibaldi, onde funciona o escritório do União Brasil e onde Neto despacha quase todos os dias (de segunda a segunda).
Pouco antes, o comboio do prefeito Bruno Reis, aliado histórico do ex-prefeito, foi alvo de criminosos armados em plena Reitor Miguel Calmon. O caso terminou com tiroteio e a morte de um dos suspeitos, mas deixou claro que nem o prefeito de Salvador circula mais com segurança na Bahia governada há 20 anos pelo PT.
A situação não é nova. Em 2022, durante a campanha eleitoral, dois policiais militares que faziam a segurança de Neto foram alvejados em um episódio nebuloso em Itajuípe: o subtenente Alberto Alves dos Santos morreu na hora e o sargento Adeilton Rodrigues ficou gravemente ferido.
A versão oficial da SSP-BA de que houve “reação a uma abordagem” nunca convenceu e até hoje o caso segue sem explicações claras. Esse histórico reforça o alerta de que a violência política na Bahia já ultrapassou todos os limites.
Além dos ataques diretos, aliados próximos a Neto têm sido alvo de pressões e ações suspeitas. Em Camaçari, o então candidato apoiado por ACM Neto, Flávio Matos, sofreu uma série de blitz policiais direcionadas, inclusive na porta do condomínio onde mora o então prefeito Elinaldo Araújo, braço importante do grupo.
O assédio não parou aí: o comitê de campanha de Matos em Monte Gordo foi invadido por criminosos fortemente armados, que renderam apoiadores e levaram pertences das vítimas. O caso nunca foi esclarecido, e os suspeitos sequer foram encontrados.
Essa sequência de episódios (tiros contra prédios e comboios, PM morto em campanha, blitz direcionadas e invasões criminosas), revela uma Bahia sem comando, onde a violência virou instrumento político.
A menos de um ano das eleições, Jerônimo Rodrigues, já rejeitado pela maioria e considerado o pior governador da história, segue preso ao discurso e incapaz de garantir a ordem.
Diante desse cenário, a necessidade de proteger ACM Neto é urgente: ou se age agora, ou a Bahia poderá testemunhar uma tragédia anunciada.
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