Antônio Cruz / Agência Brasil
Militantes de extrema-esquerda pressionam a campanha do ex-presidiário Lula pois, acreditam, o petista não estaria abraçando pautas das minorias e coletivos.
Enquanto a campanha do Lula busca um ponto de inflexão para deixar de municiar bolsonaristas e se (re) aproximar de evangélicos, extremistas apontam que o descondenado petista não agrada essa pequena massa barulhenta que insiste nas diversas cartilhas como:
– a utilização da palavra “indígena” em vez de “índio”;
– a utilização da palavra “escrevizado” em vez de “escravo”;
– deixar de dizer que tem “tesão de um garoto de 20” para não desagradar as feminista;
– falar em churrasco e picanha para não desagradar veganos;
– utilizar linguagem inclusiva (“todes”, “amigues”…).
Além de não estar “aggionardo” com debates e discussões internas dos diferentes coletivos, Lula não quer se afastar de progressistas e evangélicos que enxergam em Bolsonaro o seu candidato ideal.
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