Jéfferson Peixoto SECOM
A turbulência causada pela pandemia acelerou muitas mudanças e confirmou tendências, especialmente quando se fala de transformação digital do mercado de trabalho. Com isso, os profissionais digitais estão entre os mais disputados do mercado e devem continuar valorizados no mundo pós-pandemia.
A Diretora de Desenvolvimento Humano da Bonelli RH, Clara Bonelli, explica que o profissional digital pode ser definido como aquele que, dentro das suas capacidades, conhecimentos e habilidades consegue trabalhar com um ou mais aspectos do mundo digital. E esses profissionais estão cada vez mais cobiçados pelas empresas justamente porque o mundo se encaminha para uma digitalização cada vez maior. Um relatório elaborado recentemente pela IEBS Native Digital Business School mostra que as cinco principais profissões do futuro digital são: Gerente de Mídias Sociais; Especialista em Experiencia de Usuário UX; Desenvolvedores de Softwares, Analista de Energias Alternativas; e Engenheiro Ambiental.
Apesar da adaptação para o mundo digital ter sido forçada pela pandemia, as empresas de médio a grande porte estão mais acostumadas a realidade digital, analisa André Torres, sócio-diretor da Consulting.
“Entendo que as empresas de grande porte estão mais adaptadas à realidade digital, uma vez que isso já era uma realidade antes da pandemia. Quanto às empresas de pequeno porte, muitas não se atualizaram, uma vez que existe a sensação que o custo costuma ser alto”, esclarece.
Essa é a mesma análise de Clara, que observa que a maior parte das empresas já entende esse novo cenário. “As empresas já estão se adaptando a essa realidade. É necessário porque é uma questão de você se manter no mercado. Você não tem como se tornar uma organização competitiva se não aderir a essa era digital”, diz a especialista.
Cenário – Como todo momento de adaptação, ainda existem muitos desafios a serem vencidos, um deles é a incorporação pelas empresas e respectiva equipe de colaboradores de novas técnicas e procedimentos necessários ao atendimento da legislação fazendária e trabalhista, como o eSocial, o EFD-Escrituração Fiscal Digital e o Sped-Sistema Público de Escrituração Digital. André explica que o e-Social, por exemplo, ainda não está preparado para esta nova realidade do mercado digital e segue muito burocrático e complicado. “A legislação trabalhista começou com uma adaptação quando, após a reforma trabalhista, passou a regulamentar o teletrabalho, mas fora isso, acredito que ainda seja necessário muita atualização e evolução”, esclarece.
Além disso, o sócio-diretor da Consulting também relata o desafio do controle de custos como horas extras, que depende de forma direta da tecnologia utilizada pelas empresas.
“O controle de jornada pode ser feito através de horário de login e logout no sistema e controle de custos sempre através de planilhas e sistemas que fazem acompanhamento financeiro”, completa o gestor, que destaca a necessidade das empresas se organizarem para este novo momento do mercado, sem que haja perda de dinheiro e produtividade.
Empresário petista ligado a Geddel Vieira Lima e Jerônimo Rodrigues, Gustavo Ferraz aparece fazendo um…
A Prefeitura de Salvador assinou na última quinta-feira (10) um contrato de US$ 120 milhões…
A Prefeitura de Salvador autorizou nesta terça-feira (8) a demolição e reconstrução da Escola Municipal…
André Mendonça chama Gilmar Mendes de “leviano” e cobra respeito após acusação de motivação eleitoral…
O candidato a governador da Bahia ACM Neto (União Brasil) detalhou, nesta terça-feira (15), como…
A Câmara Municipal de Salvador lança um olhar sensível sobre as origens da capital baiana…
This website uses cookies.