Rosinei Coutinho / STF
O cerco internacional ao ministro Alexandre de Moraes começou a apertar. O governo dos Estados Unidos, por meio do secretário de Estado Marco Rubio, anunciou uma nova política de restrição de vistos para autoridades estrangeiras que censurarem empresas ou cidadãos americanos, e embora não tenha citado nomes, aliados de Jair Bolsonaro e até membros do governo Lula acreditam que o principal alvo seja o próprio Moraes.
O CEO da Rumble, Chris Pavlovski, provocou: “Talvez agora seja a hora de deixar o Rumble voltar ao Brasil?”. Moraes havia suspendido a plataforma após decisões judiciais secretas, que foram depois expostas e acusadas de violar a soberania digital dos EUA.
A situação se agrava com a expectativa de que Donald Trump, se reeleito, use a Lei Magnitsky para aplicar sanções diretas contra o ministro do STF. Isso incluiria bloqueio de bens e proibição de entrada nos Estados Unidos. Enquanto isso, Moraes enfrenta uma ação na Justiça da Flórida movida pela Rumble e pela Trump Media, que o acusam de impor censura ilegal e tentar calar vozes conservadoras em redes sociais americanas.
O ex-presidiário Lula, que governa ao lado de Moraes, segue em silêncio diante da crise diplomática que se desenha.
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