Nesta quarta-feira (22), Donald Trump confirmou que autorizou a CIA agir “clandestinamente” em Venezuela, alegando que o país serve de base para narcoterroristas e que seis suspeitos foram mortos no mar do Caribe após ataque de barco. Paralelamente, os EUA realizam ofensivas navais e aéreas contra embarcações que supostamente transportavam drogas: ao menos 37 pessoas já morreram em oito ataques desde setembro.
A operação, segundo o governo americano, mira redes ligadas ao Nicolás Maduro, elevando o confronto com a Venezuela a um patamar bélico.
Caracas acusa Washington de “golpe disfarçado” e alerta que se trata de “violação de soberania”.
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