O episódio envolvendo o soldado Wesley Soares Góes, morto há três anos em um “confronto” com o Bope no Farol da Barra, continua gerando debates intensos em redes sociais e grupos de policiais militares.
O militar, que pintou o rosto de verde e amarelo e repetia palavras como “não vou permitir que violem a dignidade e honra do trabalhador”, foi abatido após 3h30 de “negociações sem sucesso” ao vivo em rede nacional.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, Wesley teria “alternado momentos de lucidez com acessos de raiva”, disparando contra os agentes e colocando em risco moradores da região.
Diversos grupos, independente de bandeira política, enxergam um ato de resistência contra ordens de restrição impostas na época pelo então governador Rui Costa.
Outras manifestações reforçam a ideia de que Wesley representava policiais descontentes com os mandos e desmandos de governos estaduais durante a pandemia.
A tragédia também expôs fissuras entre forças políticas e intensificou críticas às medidas sanitárias do período.
Para colegas de farda do soldado da PM, sua morte é um símbolo de resistência à repressão petista.
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