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A crise envolvendo a Oi ganhou um novo e duro capítulo. A Justiça decretou a falência da Serede, ex-subsidiária responsável por serviços de campo da operadora, autorizando demissões em massa e o avanço das rescisões trabalhistas.
A decisão ocorre no rastro do colapso financeiro da Oi, que acumula uma das maiores recuperações judiciais da história do país, com dívidas que já ultrapassaram a casa das dezenas de bilhões de reais, segundo dados amplamente divulgados pela imprensa econômica.
Com a falência confirmada, sindicalistas reagiram e passaram a cobrar o uso de recursos administrados pela Anatel para garantir o pagamento das verbas rescisórias dos trabalhadores demitidos. A crítica central é que milhares de famílias ficaram no limbo enquanto ativos, fundos setoriais e decisões judiciais se arrastam.
Nos bastidores, o caso expõe mais uma vez o custo social da má gestão, de anos de interferência política no setor e do fracasso de modelos que prometeram modernização, mas terminaram em desemprego e insegurança.
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