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O caso Jeffrey Epstein voltou ao centro do debate internacional após a divulgação de novos documentos oficiais que detalham os últimos dias do empresário dentro da prisão, em 2019. Os registros reforçam a versão de suicídio, mas também expõem uma sucessão de falhas graves no sistema prisional dos Estados Unidos.
Relatórios mostram que Epstein estava sozinho na cela, câmeras não funcionavam corretamente e os agentes responsáveis pela vigilância não seguiram o protocolo, deixando de fazer rondas periódicas. A própria frase registrada nos autos — “ninguém estava monitorando” — ajuda a explicar por que a morte segue cercada de desconfiança até hoje.
Epstein aguardava julgamento por tráfico sexual de menores, com acusações envolvendo dezenas de vítimas e conexões com figuras poderosas da política e das finanças globais. Não por acaso, a morte dentro da cadeia gerou a sensação de que “a verdade morreu junto com ele”, frase que voltou a circular após a revelação de que dois agentes dormiam durante o turno e que câmeras estavam fora de operação justamente naquela ala.
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