Esses valores, que representam um aumento de quase 182,56% após a correção pela inflação, foram usados em despesas que englobam serviços de apoio de solo, provisão de bordo e telefonia durante as 21 viagens do presidente a diversos países.
Essa movimentação financeira, conforme justifica o Planalto, busca reconstruir a imagem do Brasil no cenário internacional, considerando-se como um investimento estratégico.
A comparação desses gastos entre os governos Lula e Bolsonaro evidencia não apenas uma mudança na frequência das viagens internacionais, mas também uma possível reorientação da política externa brasileira, focada em restabelecer laços com nações aliadas e promover uma nova imagem do país lá fora.
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