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A Universidade Federal da Bahia está no centro de uma crise: são nove obras paralisadas que acumulam até 15 anos de atraso, como o Instituto de Ciências da Informação, o complexo do IHAC, o anexo dos Institutos de Física e Química e a biblioteca da FFCH, totalizando cerca de R$ 54,6 milhões investidos, dos quais R$ 36,1 milhões já foram gastos sem nenhuma conclusão.
O Ministério Público Federal abriu procedimento e cobrou explicações da UFBA, que respondeu que alguns projetos estão “judicializados” dificultando o cronograma, enquanto outras dependem da liberação de recursos; a universidade afirma que os demais podem ser retomados no segundo semestre de 2025.
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