Feijão Almeida GOVBa
O Rio Vermelho amanheceu tomado por fiéis e turistas para celebrar os 103 anos da Festa de Iemanjá, um dos eventos mais tradicionais de Salvador. Desde as primeiras horas, a movimentação na Casa de Iemanjá já era intensa, com devotos levando flores, perfumes e outros presentes para a Rainha do Mar.
O cortejo de oferendas, que parte da colônia de pescadores, percorre o bairro até chegar ao mar, onde os presentes são entregues em rituais de fé e agradecimento.
A festa atrai milhares de pessoas, misturando religião, cultura e turismo em uma das celebrações mais populares do estado. Além das homenagens à orixá, o evento movimenta bares, restaurantes e todo o comércio da região. Durante o dia, é comum ver rodas de capoeira, grupos de samba e manifestações culturais que fazem parte da tradição baiana.
A segurança foi reforçada na região, mas relatos de furtos e arrastões têm preocupado os participantes nos últimos anos.
Enquanto os fiéis seguem com suas homenagens, a festa também gera debates sobre o impacto ambiental das oferendas no mar. Defensores da tradição garantem que a celebração faz parte da identidade cultural da Bahia, enquanto ambientalistas alertam para a necessidade de práticas mais sustentáveis. Apesar das discussões, a devoção a Iemanjá segue inabalável, e o 2 de fevereiro continua sendo uma das datas mais esperadas pelos baianos.
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