Reprodução Instagram
Enquanto Itabuna celebrava seus 115 anos de fundação, um detalhe chamou atenção de quem acompanha de perto a política baiana: Jerônimo Rodrigues ignorou completamente o evento e não apareceu nem para dar parabéns.
Quem marcou presença e roubou a cena foi ACM Neto, ao lado do prefeito Augusto Castro.
Desde que o Anuário da Violência revelou novamente o caos absoluto na segurança pública da Bahia, o governador sumiu. Evita imprensa, evita debate e, ao que tudo indica, passou o bastão da segurança pública para seu porta-voz extraoficial, Geddel Vieira Lima… aquele mesmo que foi preso com R$ 51 milhões em caixas de papelão na operação Cui Bono.
A ausência de Jerônimo no aniversário de Itabuna deixa claro o desprezo com que trata os baianos do sul do estado.
Em vez de dar explicações sobre os números alarmantes (só em 2024, a Bahia lidera o ranking nacional de homicídios com 4.970 mortes violentas, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública), ele prefere fugir. E quando o assunto aperta, quem surge para falar por ele é o “homem forte” do PT baiano, Geddel. O mesmo Geddel que virou sinônimo de corrupção no Brasil inteiro.
Essa aliança escancarada entre Jerônimo e Geddel é mais uma prova do fracasso moral e institucional que tomou conta da Bahia.
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