Marcelo Camargo / Agência Brasil
O comunista Flávio Dino acaba de alcançar um marco histórico. Após uma votação apertada no Senado nesta quarta-feira, ele foi confirmado como o mais novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Sua aprovação não é apenas uma vitória pessoal, mas também um acontecimento significativo na história recente do STF: Dino é o primeiro indicado desde 1985, que já ocupou um cargo no Executivo, a ser nomeado para a mais alta corte do país.
Dino não apenas serviu como governador do Maranhão por dois mandatos consecutivos, iniciando em 2015 pelo PC do B, mas também foi eleito senador em 2022 pelo PSB. Antes de assumir a cadeira no STF, ele ocupava o cargo de ministro da Justiça, um papel de grande responsabilidade e visibilidade. Além disso, Dino tem em seu currículo um mandato como deputado federal, eleito em 2006. Essa trajetória multifacetada no cenário político brasileiro o torna uma escolha única para o STF.
A nomeação de Dino, escolhida pelo presidente Lula, marca a segunda vaga preenchida no tribunal neste ano e segue um padrão raro de ministros do STF que tiveram experiências prévias significativas em cargos eletivos.
A última nomeação semelhante ocorreu em 1997, quando Nelson Jobim, também com um histórico no Executivo e Legislativo, foi nomeado para o STF. Flávio Dino agora se junta a essa lista exclusiva.
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