No clima político-liberal durante o evento promovido pelo Movimento Brasil Livre (MBL), na Livraria Cultura, na noite de quarta-feira (28), em Salvador, o presidente do Grupo Riachuelo e integrante do Movimento Brasil 200, Flávio Rocha, diz que a possibilidade de dobradinha com o pré-candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, é descartável, mas, em entrevista ao TV Servidor, admite apoio declarado à Bolsonaro. “Essa é uma possibilidade remota, porque primeiro não existe candidatura dentro do Movimento Brasil 200. Segundo, que já tivemos com vários candidatos discutindo a nossa pauta. No caso do deputado Bolsonaro, reconhecemos que ele é um dos poucos, talvez o único que tenha tido a coragem de tocar em temas bastante espinhosos, mas muito importantes para a população. Os demais candidatos estão omissos, mas, no caso de Bolsonaro, existem diferenças na questão econômica”, pontua.
Segundo Rocha, o Movimento Brasil 200 tem flexibilidade e espaço para debater, interferir, palpitar e pautar os assuntos econômicos empresariais e políticos. “É absolutamente imprescindível pra gente um governo pequeno. Acho que privatizar é um caminho para diminuir o tamanho do Estado. As reformas que são absolutamente inegociáveis, porque sem as reformas, nós caminhamos para o desastre fiscal”, defende o empresário.
Mathias Jaimes e Rafael Santana
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