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O 7 de setembro, uma das datas mais emblemáticas para o Brasil, trouxe este ano um cenário um tanto quanto inusitado em Brasília. O esperado fervor patriótico, as ruas repletas de pessoas vibrando com a Independência, pareciam ter tomado outro rumo. O palco, onde a história se desenrola, tinha mais políticos e ministros do que cidadãos comuns.
Lá estava ele, o presidente menos popular da história do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, pontualmente às 9h, acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva. O detalhe que não passou despercebido foi o vestido vermelho da tal “Janja”, um símbolo que, para muitos, ressoava as cores e ideologias da extrema esquerda. O carro aberto, onde tradicionalmente se vê o mandatário saudando um mar de pessoas, parecia mais um veículo andando por uma rua tranquila de domingo.
Ao seu lado, não faltavam figuras ilustres. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e a presidente do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber. Ministros de diversas pastas também marcaram presença. Mas onde estava o povo?
Era difícil não comparar a cena com os eventos de anos anteriores, onde a Esplanada dos Ministérios fervilhava de energia.
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