Jared C. Tilton - FIFA / FIFA via Getty Images
O Fluminense entra em campo nesta sexta-feira (5), às 16h, contra o bilionário Al-Hilal, pelas quartas de final do Mundial de Clubes, carregando a menor folha salarial entre os oito clubes que seguem vivos na competição. Enquanto o time carioca gasta cerca de R$ 15 milhões mensais com o elenco, o clube saudita injeta quase R$ 95 milhões por mês em contratações e salários – somando R$ 1,13 bilhão por ano. Ainda assim, o tricolor chega com moral após conquistar a Libertadores e aposta na união de Thiago Silva, Arias e companhia para surpreender o time bancado pelo príncipe herdeiro da Arábia Saudita.
Desde que o PIF comprou os quatro maiores clubes do país, o Al-Hilal investiu quase R$ 3 bilhões em reforços, se tornando o não-europeu com o maior orçamento da competição. Já o Flu, mesmo em processo de reestruturação, ainda estuda criar uma SAF para equilibrar as contas. Mesmo assim, entre todos os classificados às quartas, foi o que menos gastou para montar o elenco.
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