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Um atentado brutal chocou os Estados Unidos e escancarou o avanço do extremismo antissemita. Dois jovens funcionários da embaixada de Israel em Washington, Sarah Milgrim e Yaron Lischinsky, foram assassinados a tiros na porta do Museu Judaico da capital americana, após um evento diplomático.
O criminoso, Elias Rodriguez, de 30 anos, gritou “Palestina livre” e “revolução da intifada” enquanto era contido.
Na casa dele, símbolos da militância palestina reforçam a motivação ideológica do crime. Sarah e Yaron formavam um casal e planejavam ficar noivos em Jerusalém na semana seguinte.
O caso, tratado como terrorismo pelas autoridades americanas e israelenses, gerou reações imediatas. O presidente Donald Trump declarou que o antissemitismo precisa ser combatido com firmeza. Já o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ordenou reforço da segurança em todas as representações diplomáticas do país. A embaixada de Israel nos EUA confirmou que o ataque foi direcionado: os dois foram baleados “à queima-roupa” logo após deixarem o encontro.
O FBI assumiu a investigação com o Departamento de Segurança Interna. O museu já havia recebido ameaças por abrigar uma exposição sobre judeus LGBT.
Esse tipo de radicalismo, impulsionado por uma esquerda internacional conivente com o ódio, expõe o mundo a riscos crescentes. É o mesmo discurso que o PT, seus aliados e o descondenado Lula tentam importar para o Brasil sob a falsa bandeira dos direitos humanos, enquanto se calam diante de atentados como esse.
O silêncio da esquerda latino-americana frente ao assassinato de dois judeus em solo americano revela o quanto o discurso progressista virou cúmplice da intolerância.
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