A base governista da Bahia vive um momento de tensão pública após declarações que expuseram divergências sobre a composição da chapa para 2026. Em entrevista à CNN, o senador Jaques Wagner afirmou que a saída de Angelo Coronel “não era o que eu queria” e confirmou a possibilidade de Rui Costa integrar a chapa majoritária.
A fala gerou reação imediata nos bastidores e reforçou a percepção de que as articulações internas seguem abertas, mesmo com o governador Jerônimo Rodrigues no “comando” do Executivo estadual.
No mesmo contexto, o ex-ministro e ex-presidiário Geddel Vieira Lima reagiu às declarações sobre possíveis mudanças de rumo na composição política e classificou determinados movimentos como “absolutamente inaceitáveis”, segundo divulgou o BNews.
A declaração de Geddel mostra que Jerônimo não passa de um pato manco.
O ambiente político ocorre em meio pior administração da história da Bahia e à pressão sobre áreas como segurança pública e economia. A Bahia registrou mais de 6 mil mortes violentas no último Anuário Brasileiro de Segurança Pública consolidado, dado que segue alimentando críticas e cobranças sobre a gestão estadual.
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