Mesmo com 49,45% de votos no primeiro turno, Jerônimo e coordenação de campanha estão atrás dos quase 10% de João Roma com táticas um tanto quando ardilosas.
Apelidado como “JeroNaro”, em referência ao presidente da República, começou com a traição de dos políticos de baixa expressão em Salvador: Joceval Rodrigues e Heber Santana, ambos candidatos fracassados.
Mesmo sabendo que dificilmente o eleitor mude de candidato no segundo turno, a estratégia do “JeroNaro” tem um objetivo muito mais obscuro: esconder a repercussão negativa que o petismo baiano ganhou depois de Bolsonaro atacar, em rede nacional, o ícone da corrupção polícia brasileira, e coordenador de campanha de Jerônimo Rodrigues, Geddel Vieira Lima.
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