Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
O cenário político brasileiro está em ebulição com a recente convocação do general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional durante a gestão de Jair Bolsonaro, para depor na Polícia Federal.
A investigação foca em alegações de que a Abin, sob comando de Alexandre Ramagem e subordinada ao GSI de Heleno, teria sido usada para espionar adversários políticos de Bolsonaro.
Com a oitiva marcada para a próxima terça-feira em Brasília, os olhares estão voltados para as possíveis revelações que podem emergir desse depoimento, lançando luz sobre as operações internas da agência de inteligência brasileira.
Além disso, a Operação Vigilância Aproximada, deflagrada pela PF, mira outras figuras chave, incluindo Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, e associados próximos, todos suspeitos de fazer parte de um núcleo político envolvido em espionagem ilegal. Com mandados de busca e apreensão já executados, a trama se adensa, prometendo desdobramentos significativos nos próximos dias.
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