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O caso recente dos sete trabalhadores de uma construtora em Barra Grande, no litoral sul da Bahia, em condições análogas à escravidão não são um caso isolado no Estado “governado” pelo petismo há 16 anos. Segundo matéria veiculada no Correio, registros de trabalhadores em estado análogo à escravidão estão se multiplicando.
Diz a matéria:
“Em quatro anos, de acordo com o Ministério do Trabalho (MT), o número de pessoas resgatadas dessas condições cresceu 290% por aqui. Dados do Portal de Inspeção do Trabalho apontam que, em 2019, foram 21 os trabalhadores retirados de situações análogas à escravidão. Em 2020, saltou para 64. No ano seguinte, 70. Em 2022, pulou para 82.”
“Segundo o Observatório da Erradicação do Trabalho Escravo e do Tráfico de Pessoas, que monitora o perfil dos trabalhadores resgatados entre os anos de 2002 e 2022 em todo o país, homens foram 93% das 43.738 vítimas nos casos onde há a descrição de gênero. Dentre estes, o público entre 18 e 29 anos representa 44%, com 18.273 registros.”
Os casos, cita a matéria, começaram a se multiplicar depois da pandemia como consequência de vulnerabilidades social e econômica da população.
Os municípios baianos com maior número de trabalhadores vítimas dessa situação são Xique-Xique (53), Porto Seguro (39), Salvador (14), Itabuna (9) e Angical (5).
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