A Secretaria Municipal da Educação (Smed) lamenta o radicalismo da APLB ao impedir os funcionários da pasta de trabalharem. Para a Smed, isso é um absurdo, considerando que a Prefeitura tem se pautado no diálogo aberto e permanente. É importante ressaltar que esse movimento envolve uma minoria: nesta terça (07), são apenas 22 escolas paradas num universo de 434. Ou seja, 95% das escolas da rede municipal estão funcionando. A Smed volta a criticar o viés partidário do movimento. Ressalta ainda que está com uma proposta justa de reajuste de 2,5% retroativos a julho e lembra que, em setembro, a categoria recebeu outros 2,5% de aumento. Ou seja, serão dois reajustes em dez meses – situação não vista em nenhuma negociação neste período de crise.
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