A distância para o centro da cidade, gastos com transporte e desgaste físico, pouca oferta de serviços nas unidades existentes no bairro e a necessidade constante de buscar atendimento médico em outras regiões de Salvador. Estes são os fatores que fazem com que os moradores da localidade de Boca da Mata e de Cajazeiras se animem com a iminente aproximação da inauguração do Hospital Municipal no bairro. A unidade será a primeira com grande capacidade de assistência na capital baiana, sob a coordenação da Prefeitura.
Restando menos de 15% para conclusão das obras e com inauguração agendada para março de 2018, o hospital vai beneficiar cerca de 19 mil pessoas por mês, ofertando procedimentos como consultas, exames, cirurgias e internamento. Além disso, sua composição contempla equipamentos modernos, gestão e infraestruturas de qualidade, ocupando uma área de 18 mil metros quadrados, localizada no final de linha de Boca da Mata, onde anteriormente ficava o Sítio União. O investimento em obra, projeto e equipamentos é de aproximadamente R$ 120 milhões, oriundos de recursos próprios da Prefeitura.
A unidade funcionará 24 horas por dia e terá estrutura capaz de atender urgências, integrando-se, assim, às Unidades de Pronto Atendimento Municipais (UPAs) e servindo de retaguarda para os casos mais complexos. O centro médico deve evitar que grande parte da população do bairro e de comunidades vizinhas precisem realizar deslocamentos longos e demorados em busca de assistência, como explica a costureira Beatriz de Oliveira Santos, de 70 anos. “Os moradores precisam, e mesmo quem tem plano de saúde sente que será um bom empreendimento para quem vive aqui”, relata.
Ansioso pela implantação do centro médico, o carpinteiro Moisés Ramos, de 43 anos, acredita que a nova unidade será um marco para a região. “No início, pensei que seria uma oportunidade de emprego, já que condiz com minha área na construção civil. Mas também sei que é um desejo antigo da comunidade, que terá atendimento mais rápido. E, indo além da saúde, o comércio da região será beneficiado com a chegada deste hospital e as moradias serão valorizadas”, afirma. De acordo com Moisés, além das Unidades de Saúde da Família, os moradores do bairro contam somente com o Hospital Eládio Lasserre, mas que ainda é pouco para a grande demanda da localidade. “Acabamos procurando outros bairros para receber um atendimento mais específico”, completa.
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