O Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços é calculado com base em um preço médio atualizado quinzenalmente pelos governos dos estados. Isso significa que, mesmo que a Petrobras não aumente ou reduza sua parte no preço, o valor pelo qual o cidadão compra combustível pode mudar. No caso da Bahia, o governo petista retêm 30%, um dos impostos mais caros no país. No Rio de Janeiro, por exemplo, o imposto não chega a 12%.
Qualquer variação em um ou mais dos fatores citados acima vai ter efeitos na ponta da cadeia, isto é, no preço que o motorista paga quando vai ao posto encher o tanque de seu automóvel. A Petrobras é responsável apenas por uma parcela dessa equação, mas há casos em que a estatal sequer tem participação no processo, como na comercialização da gasolina importada ou produzida por outro agente.
Resumindo. Para o valor do combustível ficar mais em conta, o baiano depende da “boa vontade” do governador petista.
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