Reprodução TV Band
O ex-candidato a prefeito de São Paulo, Pablo Marçal, foi condenado a oito anos de inelegibilidade por abuso de poder político e econômico, além de captação ilícita de recursos. A decisão, da primeira instância da Justiça Eleitoral de São Paulo, aponta que Marçal oferecia apoio público a candidatos em troca de dinheiro. Segundo a sentença do juiz Antonio Maria Patiño Zorz, ele vendia vídeos de apoio para candidatos a vereador por R$ 5.000,00, prática considerada ilegal.
A condenação foi baseada na comprovação de que essas doações foram recebidas em sua conta de campanha.
A ação contra Marçal foi movida por Guilherme Boulos, líder da extrema-esquerda radical, que tenta, há anos, silenciar vozes conservadoras no país. Enquanto petistas e seus aliados fazem o que bem entendem sem nenhuma consequência, a Justiça age rapidamente contra quem desafia o sistema.
Marçal, que já manifestou interesse em concorrer à Presidência da República em 2026, afirma que recorrerá da decisão e nega ter cometido irregularidades. “Estou em paz por não ter feito nenhum vídeo em troca de apoio financeiro”, declarou.
O juiz ainda mencionou que Marçal usou suas redes sociais para disseminar supostas fake news sobre o sistema de arrecadação eleitoral e para realizar propaganda negativa.
Agora, a defesa de Marçal tentará reverter a decisão no Tribunal Regional Eleitoral, que poderá modificar ou manter a sentença. Enquanto isso, a perseguição política a quem não reza pela cartilha do PT continua a todo vapor.
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