Em sua coluna no Política Livre, o jornalista Raul Monteiro descreveu a inoperância e insignificância daquele agente político que sonha em não morrer afogado na praia, o “conservador” João Roma.
Na visão do colunista, a função de Roma não passa de cerimonial do presidente que não agrega um voto sequer “pelo contrário, o que tem nas pesquisas se atribui exclusivamente ao chefe. Daí porque a eventual retirada de sua candidatura não implicaria em qualquer perda para Bolsonaro, que tem sido alertado por aliados de que o ex-ministro joga na perspectiva de convencê-lo da quimera de que lhe presta um importante serviço eleitoral na Bahia com o propósito de retornar ao ministério num eventual segundo mandato seu, única forma de não sumir da política depois de outubro.”
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