Enquanto a Bahia enfrenta tiroteios, reféns e invasões a faculdades, Jerônimo Rodrigues decidiu largar de vez a segurança pública para correr atrás de cargos e chantagens políticas. O único objetivo do petista Jerônimo é ficar mais 4 anos mamando nas tetas do Estado da Bahia.
Na mesma noite uma grávida foi feita refém no Cabula e alunos da Unijorge se jogaram no chão apavorados com uma possível tentativa de assalto.
O caos tomou conta de Salvador. Na Unijorge, dois homens invadiram o campus, agrediram um estudante por causa de uma jaqueta de torcida e provocaram pânico entre alunos e funcionários. Uma arma de brinquedo foi apreendida, mas o medo foi real. “Parecia que o mundo ia acabar”, disse um dos estudantes.
Quase ao mesmo tempo, no Cabula, traficantes atacaram a PM e usaram uma mulher grávida como escudo humano. A cidade travou.
Na Pituba, a casa do deputado Diego Castro (PL) foi revirada. “Se esse ato covarde teve motivação política, agora é que o dragão vai cuspir fogo!”, disparou o parlamentar, presidente da Comissão de Segurança da ALBA.
Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a Bahia lidera o número de assassinatos no Brasil pelo 6º ano seguido, com 5.124 homicídios em 2023. Mesmo assim, Jerônimo Rodrigues segue inerte, mais preocupado com conchavos do que com a vida dos baianos.
Com 20 anos de PT afundando o estado, a crise só se aprofunda. Jerônimo não governa, negocia. E quem paga o preço é o povo.
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(Com informações do Alô Juca, Correio e Informe Baiano)
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