Na primeira reunião como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, no início da tarde desta terça-feira (12), a vereadora Ireuda Silva (PRB) falou sobre a importância do colegiado para a luta pela igualdade de gênero e pelo empoderamento das mulheres. Este, inclusive, será o tema da sessão regimental pela passagem do Dia da Mulher, 8 de março, que será promovida em data ainda a ser agendada em função da proximidade com o Carnaval. As vereadoras aprovaram a apresentação em plenário de Moção de Repúdio às declarações consideradas machistas do presidente do PSL, Luciano Bivar. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, ele se colocou contra a destinação de 30% do fundo partidário para candidaturas femininas, com o argumento de que “política não é muito da mulher”.
Na moção a Comissão da Mulher deixa claro que “o fundo partidário tem por meta estabelecer condições mínimas de eleição dos candidatos do partido, cabendo a todo e qualquer partido garantir a igualdade de gênero nas eleições”. Segundo dados apresentados no documento para embasar a necessidade de incentivar a participação feminina na política, pouco mais de 10% dos deputados federais são mulheres: “Ocupamos o 154º lugar entre 193 países no ranking elaborado pela associação Inter-Parliamentary Union, à frente apenas de alguns países árabes, do oriente Médio e de ilhas polinésias”.
Carnaval – As vereadoras Ireuda, Aladilce Souza (PCdoB), Marta Rodrigues (PT) e Ana Rita Tavares (PMB) definiram também agendar uma reunião com a presença de representantes das secretarias do Município e do Estado relacionadas às questões que envolvem o público feminino, incluindo a Ronda Maria da Penha (PM-BA). A ideia é instalar no Carnaval, reforçando a iniciativa do ano passado, um módulo para atendimento a mulheres vítimas de agressão e para registros de denúncias de violação à Lei Antibaixaria.
A vereadora Ana Rita Tavares sugeriu a realização de audiência pública do colegiado para discutir a situação das protetoras de animais, vítimas constantes de agressões. “Não existe política pública para o controle populacional desses animais que vivem nas ruas e essas mulheres abnegadas fazem o papel do poder público”, justificou. Ela propôs, também, uma moção de desagravo à estivadora Ivete Costa, que também e protetora de animais, “pela discriminação que vem sofrendo por parte do Sindicato dos Estivadores”. Ficou acertado que ela será convidada a participar de uma reunião da Comissão da Mulher para expor sua versão.
Na abertura da reunião Ireuda Silva homenageou com flores a colega Aladilce Souza pela condução do colegiado no biênio anterior. Emocionada, a ex-presidente agradeceu pela generosidade e se dispôs a ajudar no que for preciso.
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