De acordo com informações do jornal “O Globo”, os executivos da Galvão Engenharia, em acordo de delação premiada com a PGR homologado pelo STF, relataram que Lúcio Gomes, irmão de Ciro Gomes, recebeu R$ 1,1 milhão em dinheiro vivo. Ele também supostamente captou R$ 5,5 milhões via doações eleitorais oficiais para o PSB “em troca da liberação de pagamentos de obras no governo do Ceará durante a gestão de Cid Gomes, outro irmão do presidenciável”.
Segundo Jorge Henrique Marques Valença, ex-executivo da consrutora, Lúcio “orientava a empresa a procurar diretamente Ciro ou Cid para uma ‘conversa institucional’, na qual deveriam indicar a ordem dos recebimentos das pendências que deveriam ser cobradas”.
Valença afirma, no entanto, que nunca esteve com Ciro e que tanto o presidenciável quanto o governador davam “uma aparência institucional ao serem abordados sobre pagamentos devidos pelo Estado do Ceará à empresa”.
Informações reproduzidas da Tribuna da Bahia On Line
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